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Derrubando os 5 Mitos sobre a internet


A internet hoje é  pauta de várias reuniões todos os dias, muitas são as empresas querendo fazer parte desse universo online,  outras querem melhorar sua presença. O fato é que dentro desse contexto digital tem se criado vários mitos, e sobre eles vamos conversar um pouco hoje. Separei 5 mitos que tenho escutado bastante para discorremos um pouco.

1 - Internet é só futilidade

Muitos empresários ainda vêem a internet como algo “fútil”, um espaço repleto de coisas sem utilidade alguma. Existem muitas empresas onde o acesso a internet é completamente restrito, isso porque os diretores acreditam que ela tira a atenção e reduz a produtividade. De fato isso é verdade, quando ela é utilizada apenas como fonte de entretenimento e não como uma ferramenta de trabalho. Ou seja o usuário que irá definir qual será o papel da internet no seu trabalho. É preciso entender que a internet é o reflexo do usuário.

2 – Minha empresa não precisa da internet

Para os empresários que pensam dessa forma muito cuidado, esse pensamento pode prejudicar e muito o andamento do seu negócio. Já enumeramos vários motivos pelos quais não se pode mais ficar fora do ambiente digital.  Pensar que sua empresa não precisa da internet é algo que deve ser repenssado.
Claro, existem segmentos que podemos dizer que não precisam tanto da internet, pelo menos por enquanto. Mas, futuramente quem estiver fora do ambiente digital com toda certeza vai ficar vários passos atrás daqueles que se prepararam para esse novo mercado digital.

3 – Já tenho um site, pra que mais?

Creio que muitos de vocês já devem ter ouvido falar dos sites chamados de cartões de visita. São aqueles sites padronizados com informações básicas e que não proporcionam nenhuma interação entre o consumidor e a empresa. No máximo o telefone de contato e muitas vezes é preciso fazer uma caça para encontrar o email de contato; ser respondido então, nem se fala.
Ter um WebSite é de fato uma necessidade, porém, não basta apenas ter um site no ar somente por dizer. É preciso trabalhar com plataformas interativas que sejam meios eficientes de comunicação entre seus clientes e sua empresa. Se pararmos um pouco para analisar alguns sites, podemos facilmente perceber que eles são tão estáticos como um cartão de visita, por isso o nome site cartão de visita. E olhe que eu já ví muito cartão de visita  criativo, mais do que muitos sites.
O site de uma empresa deve ser uma das formas de contato com a empresa, um blog corporativo, as redes sociais; devem estar integradas dentro do mesmo contexto de forma eficiente. A presença online da sua empresa deve ser eficaz em todas as áreas de atuação. Existem sites há 5 anos no ar com o mesmo layout, que tal mudar um pouco?

4 – A internet vai salvar meu negócio

Grande parte dos clientes que procuram uma empresa para o desenvolvimento de um website, são motivados por algum case de sucesso que eles viram ou ouviram falar. A empersa X ou Y que em 2 meses conseguiu aumentar em 100% as vendas graças a internet. E muitos chegam tão empolgados com a idéia que podem disparar suas vendas em curto prazo que querem o site no ar para ontem, criar perfis em todas as redes sociais, etc etc.
Calma,calma,muita calma nessa hora.
A Internet é um ambiente e não o salvador da pátria. Não devemos pensar que basta criar um perfil no twitter,facebbok, desenvolver uma página e pronto, dinheiro no bolso. A realidade é bem diferente, a internet ajuda e muito com certeza, porém, muito cuidado, ela não é a solução para todos os seus problemas.
Busque identificar os pontos fortes e fracos de sua empresa, as oportunidades e ameças. Estude a concorrência, movimente-se e não espere que a internet resolva todos os seus problemas.

5 – Internet é mágica

Creio que todos já devam ter assistido alguma apresentação de mágica, onde o mágico coloca a mão dentro da cartola e de lá tira coisas “mirabolantes” e que ninguém sabe de onde veio.
Pois bem, na internet não funciona assim. Não existe nenhuma mágica ou fórmula secreta para que da noite para dia ou como em um passo de mágica onde o coelho sai da cartola, a internet vai resolver tudo.
Existe muito trabalho, pesquisas e mais pesquisas, planejamento,monitoramento,etc. Nada acontece por acaso, tudo é fruto de muito trabalho. Quando você ouvir falar ou acompanhar aquela empresa que está trabalho bem com a internet, pode ter certeza que alí não teve nenhuma mágica e sim muito trabalho.
E então que tal deixarmos os mitos de lado e partirmos para o trabalho?

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Mitos e lendas sobre o facebook


Facebook (e Twitter, em menor escala) são do comboio que nenhuma empresa ou qualquer outro meio quer perder. A forma que temos de falar.
 
 
No primeiro caso, as empresas, faz sentido. Depois de anos investindo em outdoors, as redes sociais não podem ter um pior retorno.
Para este último, a mídia também. Por um lado, vêem o seu futuro não são redes sociais, mas atravessá-los, como um canal de comunicação e captação de usuários. E uma vez como na moda falar: se a neve em Madrid abre a notícia é necessária, os grupos de Facebook não pode ser deixado para trás em importância.
Intencionalmente ou não, estes são os meus favoritos mitos e lendas criadas por estes dois atores.
Amigos vs Contactos
Bons amigos são sempre poucos, os amigos um pouco mais e conhecidos para alargar o círculo. Mas o Facebook é geralmente o que as pessoas são contatos, um grupo que é maior do que os anteriores e não costumam ser incluídas em parte.
Facebook é provavelmente a que melhor representa o nosso gráfico social não significa que você tem muitos "amigos de Facebook" implica ter muitos amigos. Curiosamente, quanto maior o valor, o gráfico social de "povo eu confio, é pouco explorado.
Redefinindo o conceito de fã
Um par de meses o Facebook mudou a "tornar-se um fã", com "curtir". Têm as suas razões estratégicas, mas também mais consentânea com a realidade (embora antes que ele era muito mais divertido para os usuários.)
Lifetime, um fã normalmente era um adolescente pode dormir fora para conseguir a primeira fila no concerto de seu ídolo. Como muitos de seus "fãs" no Facebook faria isso para você?
O "como" é o mesmo dedo que usamos quando dizemos que algo em uma loja. Daí que nós compramos é um estiramento, e, em seguida a ser fãs melhor não pensar nisso.
Nem as empresas nem os meios de comunicação interessados em minimizar sua importância, mas a barreira de entrada para o usuário se tornar um fã de alguma coisa é quase nula. Agora, se alguém quiser continuar a aprender as notícias do dia, como as colisões de sua cidade com milhares de fãs no Facebook, não para mim reprová-lo.
"Estamos no Facebook para direcionar o tráfego?
Acho que o principal objetivo de alguns meios. unidade de tráfego interno Facebook não tem um retorno directo, o interessante é ganhar usuários.
Agora, abra o Google Analytics e ver a quantidade de tráfego que gera. "Vale o esforço? Certamente não na maioria dos casos. Ela tem uma imagem de retorno indireto, certo?
"Estamos no Facebook para melhorar nossa imagem?
Tudo isso somado, é claro. A concorrência não é um clique e criar usuários fiéis é importante. Agora, o Facebook tem mais rentável do que um outdoor ou patrocinar um blog? Se perguntar.
A primeira coisa a certeza, esta depende. Talvez, considerando que costumam deixar um gerente da comunidade de forma gratuita.
O Facebook é uma lanchonete, e não um shopping center
Uma última pergunta, tão óbvia quanto a anterior, mas às vezes escapa. Quando estamos em um shopping center que normalmente estão lá para comprar. Quando estamos lendo uma revista (em papel ou não), estamos abertos a ver coisas para comprar. E quando nós estamos tendo algumas cervejas com os amigos não temos nenhuma maneira de comprar bens.

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Derrubando os 5 mitos sobre Youtube


Rumores sobre as operações internas do YouTube já existiam muito antes de o Google comprou. Quanto dinheiro gerado? - O que nós gastamos na largura de banda para os vídeos? - Como é bom ou mau, é a imensa quantidade de tráfego que recebem por dia? e muitas outras coisas. Algumas perguntas são bastante sensível, mas outros são simplesmente ridículos.
No blog do negócio de publicidade e YouTube tomaram 5 de rumores em contrário:


1) O YouTube é uma plataforma limitada a usuários de conteúdo gerado pelo curto: mentira, existem milhares de conteúdos premium da Sony para a Disney com a Universal Music. Você também pode encontrar filmes completos ou episódios de séries de TV Compleo.
2) Os vídeos do YouTube são de má qualidade: 8 meses atrás permitiu a possibilidade de assistir vídeos em HD, e CNet recentemente descreveu o YouTube como o melhor lugar para assistir a vídeos em alta qualidade.
3) O crescimento do tráfego e vídeos enviados ao YouTube são ruins para o longo prazo Parece que as pessoas colocam um número, quase por acaso, a especular sobre o custo de banda larga e vídeos de transferência mensal. O YouTube criou uma infra-estrutura a partir do zero, o que significa que os custos calculados com base em padrões da indústria são muitas vezes demasiado elevadas.
4) Os anunciantes têm medo de YouTube: 70% dos comerciantes no top 100 agendou Adagie no YouTube.
5) monetização do YouTube apenas 3 a 5% do site: Esta estatística é velha e errada. percentagens YouTube ao invés de considerar que é mais importante para rentabilizar cada vídeo acessado. Durante o ano passado, o lucro triplicou vídeo visto.

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Derrubandos os 5 mitos sobre twitter

 
1º Mito -  O Twitter é apenas atualização de situação

Claro que o Twitter é atualização de situação. A primeira coisa que ele pergunta a você quando você o usa é "O que você está fazendo?". Naturalmente, a maioria das pessoas responde essa questão.
O Twitter, contudo, é o que você faz dele. É atualização de situação. É também busca, compartilhamento de fotos, mashups (uma combinação de dados do Twitter com informações de outros sites, como um de organização de notícias), projetos de API abertas (o TwiPic, para compartilhamento de fotos, foi um dos primeiros), hashtags (uma tag anexada a um tweet que o torna localizável por essa tag) e uma ferramenta de marketing para celebridades, políticos e empresas.

2º Mito- Apenas as celebridades têm montes de seguidores


Sim, celebridades têm montes de seguidores (follower, no jargão dos twitteiros). Mas isso não acontece fora do Twitter também? Até a publicação deste artigo, o ator Ashton Kutcher tinha 4.197.710 seguidores no Twitter. Isso é mais que a CNN Breaking News (2.822.031 seguidores) e o Twitter ( 2.788.469 seguidores).


Quando você se inscreve no Twitter, qualquer um pode ler suas twittadas e escolher segui-lo (ou não). Se são muitos seguidores que você procura, você precisa trabalhar para isso. Preencha sua biografia, compartilhe fotos, use hashtags e continue twittando. Twitte sobre o que você ama, não sobre o que você pensa que seus seguidores estarão interessados. Eles o estão seguindo porque acham você interessante, não por ser um falso você. Retwittar (RT) também ajuda a espalhar seu nome por aí.
Alguns usuários do Twiter não usam a ferramenta dessa maneira, e escolhem manter suas twittadas privadas. Com uma conta privada, você seleciona quem pode ou não ler seus tweets; é um tipo que roupão de veludo que você usa para criar seus próprio alimentador de twitter particular. Quem disse que um monte de seguidores é uma coisa boa? Não deveria ser qualidade em vez de quantidade?

3º Mito - Há uma forma correta e uma forma incorreta de usar o Twitter



Uma forma certa ou uma forma errada de usar o Twitter parece dizer que há um jeito certo ou errado de manter uma conversa. Há regras sociais, sim, mas ninguém pode dizer a você como você deveria ou não deveria usar um produto, e com milhões de tweets por dia, as pessoas estão propensas a usar o Twitter da forma que funciona para elas.
Tome o exemplo de seguidores e seguidos. Não é rude se você não ler cada tweet que seus seguidores enviam. Quanto mais seguidores você tem (centenas, milhares, milhões), mais difícil isso se torna. Também não é rude se você não seguir cada um que escolhe seguir você. Talvez você o faça, talvez não - depende se você acha o tweet de alguém interessante ou não.

4º Mito - O Twitter não faz nenhum dinheiro


Bem, sim, isso é de fato verdade, embora não seja uma coisa ruim. Como e quando ele vai ganhar dinheiro? Os investidores do Twitter não estão preocupados com isso ainda. Os co-fundadores e os investidores do Twitter dizem que a ênfase do serviço no momento é construir audiência. O fluxo de receita virá a seguir - e "se você construir a audiência, a receita virá" (ou pagará, neste caso).
E o mito de que o Twitter será vendido? O Twitter já teve interessados. Em 2008, o Facebook expressou interesse em adquirir o Twitter por US$ 500 milhões de suas ações mais dinheiro vivo, mas a proposta foi recusada. Em 2009, rumores circularam dizendo que o Google iria comprar o Twitter. O co-fundador Biz Stone, contudo, postou no blog do Twitter que "o objetivo é construir uma companhia independente e lucrativa, e nós apenas começamos"

5º Mito - São apenas detalhes mundanos

Com certeza, às vezes você pode querer que todos saibam que você está parado na fila do café, mas o Twitter se tornou o que a "Time" chama de "meio do movimento", crescendo como uma importante ferramenta de comunicação e uma maneira rápida de conectar pessoas e informação. O Twitter tem algumas coisas em seu favor para fazer isso. É gratuito e está disponível em mais de uma plataforma móvel, incluindo a Internet, as mensagens instantâneas e o SMS. Essa combinação tem levado os usuários além da conversinha banal sobre a fila do café.


Em 2009, por exemplo, iranianos usaram o Twitter para organizar protestos contra o governo - e em 2008, twitteiros mantiveram o mundo atualizado sobre os ataques em Mumbai. Eles fizeram isso criando tags buscáveis, como a hashtag #Mumbai, no Twitter para espalhar a notícia pelo mundo.


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10 dos grandes mitos que podem te matar


Durante muito tempo ouvimos e e vimos grandes mentiras através da  televisão e  Internet  que por incrível que pareça podem te matar e por isso segue a lista de 10 dos grandes mitos  elaborado pelo blog vip.
1.Mito: Se perdido em um deserto, pode tirar água de um cacto.
Realidade: As chances é que não vai ser possível tirar mais do que algumas gotas, e serão amargas e pode levar a cólicas e vômito.
2.Mito: Se atacado por um tubarão, dê um soco no nariz (do peixe).
Realidade: Você tem mais chances de machucar a sua mão do que o tubarão. Ao invés disso, ataque-o ferozmente nos olhos e nas brânquias com algo pontudo ou cortante, de preferência.
3.Mito: Durante um terremoto, o lugar mais seguro é o batente da porta.
Mito alternativo: Durante um terremoto crie um “triângulo da vida” se encolhendo ao lado de um objeto grande que irá comprimir levemente, deixando um espaço vazio sobre você e os escombros.
Realidade: Ficar no batente da porta poderia ser a melhor solução em construções antigas, onde o batente de madeira, era o ponto mais forte da casa. Mas nos apartamentos modernos, esta parte da porta é a mais fraca do lugar. O “triângulo da vida” só é aplicável em casas com o telhado plano que caem diretamente.
4.Mito: Se uma bomba disparar, ligue para o 190.
Realidade: Evite usar telefone ou celular num raio de 400m de um possível ataque com bomba, pois isto pode acionar um dispositivo secundário.
5.Mito: Se mordido por uma cobra venenosa, chupe o veneno para fora, ou, corte um X sobre a mordida, para deixar o veneno sair.
Realidade: Você não vai poder chupar ou cortar o ferimento rápido o bastante para evitar que o veneno se espalhe. Além disso, colocar o veneno na boca, só irá criar um novo caminho de entrada para o veneno caso você tenha uma afta ou gengivite. O ideal é manter o local abaixo do nível do coração e procurar o serviço de emergência.
6. Mito: Em um incêndio elétrico, desplugue o aparelho imediatamente.
Realidade: Tocar o aparelho pode te levar a ser eletrocutado. Deve-se desligar o disjuntor de energia, antes de ligar para a emergência.
7.Mito: Guarde um galão de água por pessoa por dia suficiente para três ou sete dias na garagem ou porão.
Realidade: Isso é um fato. No entanto, muitas pessoas guardam a água em um ambiente com chão de concreto. Deixar os galões de plástico em contato com o concreto durante muito tempo pode gerar uma reação química que contamina a água.
8.Mito: Se esfaqueado ou entalado por algo, remova o objeto imediatamente.
Realidade: Deixe o objeto, ligue para a polícia e evite que o objeto se mova, o máximo possível. A não ser que o objeto esteja bloqueando as vias respiratórias.
9.Mito: Para sobreviver no tempo frio, é possível comer neve ou gelo.
Realidade: Comer grande quantidade de neve vai baixar a temperatura corporal, vai gastar energia e pode estar contaminada. Além de poder congelar o esôfago e o estômago. Uma solução seria derreter a neve, ferver, esperar esfriar e então beber.
10.Mito: Orar não ajuda.
Realidade: Um estudo com sobreviventes mostrou que um traço que possuem em comum é a oração, mesmo que não acreditem em deus. A oração ajuda a organizar os pensamentos e manter a mente focada.

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Derrubando os oito mitos dos games

  1.  A disponibilidade, aliada à facilidade da aquisição dos games, levou o mundo à uma generalizada violência juvenil: Balela. Segundo estatísticas federais de análise do quadro criminal, a taxa de atos ilícitos em tenras idades caiu em aproximadamente 30% nos EUA. NOS EUA! Aqui no Brasil nem é válido entrar nesse aspecto, ou já, já o Marcola será o maior jogador de Grand Theft Auto nacional. As pesquisas indicam que os jovens cumprindo pena tiveram uma carga menor de mídia visualizada – leia assistir TV – do que a maioria dos jovens que estão soltos por aí. Embora seja verdade que adolescentes como os responsáveis por tiroteios e mortes em escolas também eram gamers hardcore assumidos, mas 90% dos meninos em geral – e 40% das meninas – também o são, sem mencionar os jogadores casuais. Portanto, é erra usar essa predefinição, e colocar sobre os videogames a responsabilidade de algo que você desconhece.
  2. Estudos científicos comprovam relações entre jogos de alto teor de violência com agressividade excessiva: De novo – balela. Essas afirmações são feitas com base em pesquisas genéricas feitas por um determinado grupo de estudiosos – “efeitos da mídia” é o nome dessa escola. Como diz o nome, suas capacidades estão atreladas à mídia em geral – nisso incluindo não os videogames, mas também o que vemos na TV, ouvimos no rádio, e na conjectura contemporânea, a internet. Limitar a carga de responsabilidade de seu estudo à apenas uma das vertentes supra-citadas é um erro de principiante. Tanto que tais estudos são comumente contestados quando apresentados em segmentos mais metódicos, devido às suas inconclusões. Nessas pesquisas, o objeto a ser estudado não se relaciona com o produto de mídia que normalmente ele consume. Em suma, não existe estudo científico sem contestação ou possuidor de qualquer aceitação, que tenha sido bem-sucedido em estabelecer a relação de influência entre um videogame e a formação psicológica de um assassino.
  3. As crianças são o público-alvo dos videogames: Você já leu a página “O EDITOR”, lá em cima? Não repetirei o que está descrito lá – até porque preciso atualizar aquilo – mas tenho 22 anos. Sou jornalista, atuão, de opinião firme, além de editor-chefe daquele que provavelmente é o site de games de maior audiência deste país, segundo o Google Analytics. Em suma, não sou criança.
    Apesar de que toda criança, hoje, joga videogame, o público-alvo desse mercado há muito migrou para uma geração de mais idade, e essa tendência só continua, visto que hoje, o seu pai, velho e conservador, adora disputar umas partidinhas de Wii Sports. Na realidade, a área abrangente pelo ramo dos videogames é a adolescente/adulta, sendo as crianças um distante segundo plano. O que é mais fácil de você encontrar na rua? Um jovem comprando jogos para consumo próprio, ou o pai de um menino de 5 anos comprando um jogo de presente para o filho?
  4. Quase nenhuma garota joga videogame: Depende. Você fala de games em geral ou segue um determinado gênero? Apesar da predominância masculina no panorama geral, browser games, jogos em flash – esses são dominados pelo público feminino. Sem mencionar o Wii, que apesar do percentual menor no mulherio atuante, meninos e meninas estão praticamente equiparados. A máxima do “videogame é coisa pra macho” só vale quando estamos falando de consoles hi-end como o PlayStation 3 e o Xbox 360, visto que o público hardcore, na maioria donos dessas duas máquinas, tem preferência por jogos de franquia consagrados, fugindo um pouco da “casualidade” do produto da Nintendo. Vale lembrar também que as personagens femininas dos jogos são, em geral, retratadas como mulheres fortes e independentes. Não é surpresa a predominância masculina, mas isso não significa que não tem mulher jogando videogame. Exemplo prático, e pessoal: minha namorada quer comprar um Wii…e ela nunca foi uma jogadora convicta.
  5. Videogames são objetos de treinamento para soldados, o que causa o mesmo impacto nas crianças que os jogam: Isso seria verdade, se você educasse seu filho dentro de um regime militar. A afirmação que intitula esse tópico veio de um oficial aposentado do Exército norte-americano, chamado David Grossman. Isso só contaria como certeza se você removesse da equação a influência paterna/materna exercida sobre um filho em crescimento. No treino militar, temos regras a serem seguidas e uma rígida metodologia de treino. Já a educação de um filho, até onde conheço por dados técnicos, é baseada no “erro seguido do acerto”. Você dosa as atitudes da sua cria com educação e ensinamento, e quando ele comete um erro, você mostra onde se deu o passo em falso e mostra o certo, para que ele aprenda e evolua até adquirir discernimento próprio.
  6. Videogames não são uma válida forma de expressão: A maioria dos jogos de hoje – senão todos – são desenvolvidos com o intuito de serem verdadeiros campos de teste da ética pessoal. O jogador é posto em um enredo que envolve um mundo amplo, totalmente aberto, e costumeiramente deve tomar decisões de acordo com seu próprio julgamento moral, e encarar as consequências disso. Will Wright, criador de jogos de sucesso como The Sims, Spore e muitos outros, diz que os videogames são provavelmente a única ferramenta capaz de nos fazer experimentar o sentimento de culpa pelas ações de personagens fictícios. Nos filmes, você sempre pode condenar ou aprovar as atitudes de um personagem sempre que ele cruza certos limites sociais. Nos games, você é encorajado a incorporar esse personagem, dando a ele a direção de seus atos. Basicamente, você está no controle, podendo até mesmo reavaliar seus conceitos ideológicos mediante uma partida de qualquer RPG, por exemplo.
  7. Jogar videogame contribui para o isolamento da sociedade: Xbox Live Arcade, PlayStation Network, Home, NXE, Friend Codes, Play Chat…esses são todos termos inerentes às plataformas online dos três principais consoles atuantes no mercado de hoje. Todos eles permitem – a exemplo das comunidades de relacionamento – adicionar amigos, conversar, trocar informações e interagir com outras pessoas. Indo mais longe ainda: pessoas com um interesse comum. Voltando no tempo, antes desas ferramentas, temos os MMOs – jogos disputados online, comumente encontrados em lan houses, que envolvem participação de uma enorme gama de pessoas simultaneamente, com interação em tempo real. Resumindo: não, os videogames não são socialmente excludentes.
  8. Videogames reduzem a sensibilidade da pessoa: Antes do esclarecimento, uma explicação rápida – você deve entender por “sensibilidade” não a capacidade de perceber estímulos, sejam eles visuais, físicos ou mesmo instintivos, mas sim o poder de distinguir, por exemplo, uma luta fictícia de uma briga de verdade. A sensibilidade da percepção, se você preferir.
    Em estudos com primatas, cientistas comprovaram que os animais que precederam o nascimento da raça humana possuem tênue distinção entre o real e o divertimento. Normalmente, quando postos em grupo, gorilas adoram “brincar de lutinha” – chegando até mesmo a sentir prazer ao arremessar/ser arremessado para lá a para cá. Em um outro momento, esses mesmos gorilas poderiam se engalfinhar, se fazendo em pedaços em combate puramente mortal. É mais ou menos a mesma analogia com crianças e adolescentes: certas ações funcionam como válvula de escape em um jogo. Ações estas que seriam irrepreensíveis no mundo real. Isso inclusive é uma linha de contestação judicial usada por juízes quando algum criminoso quer se safar jogando a culpa em games mais violentos, intentando reduzir a pena por insanidade. É natural que um homem se divirta horrores matando pessoas sem motivo aparente em Grand Theft AutoGod of War – visto que ele não poderia fazer isso no mundo em que vive realmente.
    O que difere aqui é o ambiente em que o indivíduo se encontra, visto que se ele apresenta falta de empatia em relação às tragédias do mundo real – a mesma resposta que ele daria a um assassinato no videogame – então, sim, ele tem um problema sério. Mas é importante lembrar que, como todo o entretenimento mundial, existem entidades que classificam metodicamente cada jogo lançado, sem exceção. Se você deixa seu filho de sete anos jogar Gears of War – um jogo proibido para menores de 18 anos – então o problema não é a atitude da criança, mas sim a sua imbecilidade. ou então partindo entidades mitológicas ao meio em
Resumidamente falando, não há justificativa plausível que seja capaz de estabelecer uma relação entre qualquer problema social – vivenciado por um ou mais indivíduos – e o fato de se jogar videogame demais ou de menos. Claro, todo excedente faz mal e não, não existe caso à parte para isso, logo, moderar sempre faz bem. 


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